Os patos são adaptados para nadar em água. Eles estão adaptados para pegar comida na água e tirar vôo da água. Mas as adaptações comportamentais dos patos, à água ou não, estão frequentemente relacionadas às suas adaptações fisiológicas. Os cientistas tendem a se concentrar nessas mudanças morfológicas, mas quando traços comportamentais se ligam a traços genéticos, as adaptações comportamentais criam raízes na espécie através do poder de seleção.
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Pés palmados
Os pés palmados de um pato são projetados para nadar. Eles se estendem e se contraem de maneiras diferentes para maximizar o movimento do pato na água. Os pés são bastante duros e não contêm nervos nem vasos sangüíneos, permitindo que o pato nade em águas geladas. A teia tende a causar a característica de waddling de patos. Espécies diferentes possuem variações das mesmas adaptações; os patos mandarins, por exemplo, têm maior poder de preensão em seus pés porque procuram abrigo nas árvores quando não estão na água.
Bicos Fortes
O bico, ou bico, do pato, a dieta do pato e a maneira como ele captura os alimentos estão inter-relacionados. Todos os patos têm lamelas, ou saliências ósseas, em seus bicos, mas alguns têm contas mais largas com membranas que permitem a filtragem de água para animais menores. Outros têm notas mais longas e serrilhadas para esculpir peixes, moluscos e anfíbios. Os patos também usam seus bicos para espalhar o óleo em suas penas.
Penas oleosas
Um comportamento de pato, chamado preening, permite que as penas de um pato sejam resistentes à água. A glândula de preen, localizada perto da base da cauda, secreta um óleo que os patos, em seguida, esfregam com seus bicos e cabeças em suas penas e por todo o corpo. O óleo nas penas de um pato mantém a ave seca. Permanecer seco significa ficar quente e leve para nadar e voar mais rápido.
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